Cruzeiros TEmaticos – 2009

Janeiro 29, 2009

Cruzeiro Historico
Onde/Quando: Atenas-Roma, 11 noites, Set. 28.
Regent Seven Seas Cruises’ Seven Seas Navigator. Apartir de $6,595.
Cruzeiro para Motoqueiros
Quando/Onde: Miami-Caribbean or Bayonne, N.J.-Caribbean; 7 noites; Feb.22, Mar. 22, Abril 5, Abril 19 e varias outras datas.
Freedom of the Seas e Explorer of the Seas, ambos da da Royal Caribbean. Apartir de $1,214. Inclue a vaga para levar a sua moto a bordo. A melhor maneira eh alugar uma nos EUA e ambarca-la com voce no cruzeiro.
Contato:ETA Motorcycle Cruises (1-888-711-7447, www.cruise-eta.com).
Eclipse Cruise
Quando/Onde: Beijing-Korea-Japao, 12 noites, Jul. 17.
Companhia Maritima e Navio: Costa Cruises’ Costa Classica. Apartir de $2,874.
Contato: Book through Mayhugh (1-888-412-5317, www.astronomyvacations.com).

Fitness
Quando/Onde: Seattle-Alaska, 7 noites, Set. 6.
Companhia Maritima e Navio: Holland America Lines’ Westerdam. Rates start at $1,115.
Contato: Travel Address (1-800-350-8747, www.thetraveladdress.com).

Food and Wine
Epicurean Adventurer Program — Rhine and Moselle Rivers
Quando/Onde: Basel-Amsterdam, 12 noites, Nov. 3.
Companhia Maritima e Navio: Uniworld River Cruises’ River Queen. Rates start at $3,767.
Contato: Book through Uniworld (1-800-733-7820, www.uniworld.com).

Games
Quando/Onde: Tampa-western Caribbean, seven nights, Feb. 21.
Companhia Maritima e Navio: Holland America’s M/S Ryndam. Rates start at $699.
Contato: InSight Cruises (1-650-787-5665, www.insightcruises.com).
Leia mais sobre cruzeiros tematicos no livro Guia de Cruzeiros Maritimos da Publifolha.


Mercado Externo de Cruzeiros

Dezembro 16, 2008

As Companhias de Cruzeiro vêm, a cada ano, incrementando significativamente sua capacidade com novas e modernas embarcações. Como conseqüência, a pressão nas tarifas de passageiros e os trabalhos de marketing para manter os navios lotados, poderão acarretar um faturamento negativo para as linahas maritimas.

Em contrapartida, mega navios, com atrativos inovadores, preços baixos e significativos esforços de marketing, trazem a bordo novos cruzeiristas. Esses, por sua vez, tornam-se agentes multiplicadores para que outras pessoas passem a se interessar por cruzeiros marítimos, o que sem dúvida, trará aceleração no crescimento do mercado em 2010 e 2011.

O medo de um incremento acelerado na capacidade, ou seja, além do necessário, pode ser abafado ao ter como referência, o crescimento de 26% de leitos de 1987 a 1990.


terminal de passageiros para cruzeiros maritimos

Dezembro 13, 2008

Lendo sobre as previsoes e iniciativas na implementacao de terminais de passageiros para cruzeiros no Brasil. Dei de cara com um artigo do site jacksonville.com abordando: Serah de boa valia para o porto e/ou para a cidade?

As preocupacoes na decisao nao sao apenas financeiras, mas tambem quanto aos impactos ambiental -que nao deixa de ser irrelevante no valor do investimento- e socio-economico.


Brevemente analisando. Vendo de fora para dentro, faz-se nescessario esbocar um sistema viario eficiente, evitando congestionamentos, sem prejudicar os dias de rush dos passageiros e o cotidiano da comunidade local.


Aproveitando a natureza local(o mar com seu horizonte), a ahrea terminal pode ser explorada comercialmente como um atrativo turitico. Colaborando no custeio das instalacoes no perido de baixa temporada.


Seja qual for a alterntiva; restaurante, museu, salao para festas, ginasio poliesportivo, casa de cultura, estacionamento, hotel etc, o importante eh gerar um fluxo constante de receita.

Tal impreendimento atrairia turistas para a ciadade, consequentemente hospedes para os hoteis, alem de oferecer mais uma atividade de lazer para a populacao.

A flexibilidade do espaco, certamente ajuda na viabilidade do empreendimento. Ha quem indique a ultilizacao de estrutura metalica de lona branca -itinerante- como alternativa.


Cruise Ship Phone Number

Novembro 29, 2008
Numero de telefone de navios cruzeiros por companhia.

Azamara Cruise Lines

US Toll Free-(866) 459-8990
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3297
Journey
Quest

Carnival Cruise Line

US Toll Free-(877) 225-7447
 
Calling from Outside the US – +1(732) 335-3284
Celebration
 
Conquest
 
Ecstacy
 
Elation
 
Destiny
 
Fascination
 
Fantasy
Glory
 
Holiday
 
Imagination
 
Inspiration
 
Legend
 
Liberty
 
Miracle
Paradise
 
Pride
 
Sensation
 
Spirit
 
Triumph
 
Valor
 
Victory

Caspi Shipping Limited

US Toll Free (877) 772-7447
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3291
Dream Princess
 

Celebrity Cruises

US Toll Free (877) 266-1020
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3296
Century
 
Constellation
 
Galaxy
Infinity
 
Mercury
 
Millennium
Summit
 
 

Clipper Odyssey International

US Toll Free (866) 459-9022
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3267

Clipper Pearl International

US Toll Free (866) 459-9023
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3268

Crystal Cruises

US Toll Free (877) 266-1016
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3294
Serenity
Symphony

Cunard Line

US Toll Free (877) 266-0985
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3272
Queen Elizabeth II
 
Queen Mary II
Queen Victoria

Disney Cruise Line

US Toll Free (888) 322-8732
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3281
Magic
Wonder

Holland America Line

US Toll Free (866) 425-7447
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3278
Amsterdam
 
Eurodam
 
Maasdam
 
Noordam
 
Oosterdam
 
Prinsendam
Rotterdam
 
Ryndam
 
Statendam
 
Veendam
Vollendam
 
Westerdam
 
Zaandam
 
Zuiderdam

Iberocruceros S.L.

US Toll Free (800) 456-1154
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3261
 
Toll Free From Spain 900951496
Mistral
Voyager
 

Imperial Majesty Cruises

US Toll Free (877) 266-1017
 
Calling from Outside the US+1(732) 335-3298
Regal Empress
 

Institute for Shipboard Education-Semester at Sea

US Toll Free (877) 266-0986
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3265
Explorer
 

Island Cruises

US Toll Free (866) 244-5008
 
Toll Free from Brazil 000814-550-4502
 
Toll Free from UK 0800-028-4324
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3279
Island Escape
 

International Shipping Partners

US Toll Free (877) 266-0987
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3266
 
UK Toll Free 08000285089
 
Germany Toll Free 08001017054
Corinthian II
Island Sky

Louis Cruises

US Toll Free (877) 722-8732
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3286
 
UK Toll Free 0800 917 6219
Aquamarine
 

Norwegian Cruise Line

US Toll Free (888) 627-4477
 
Calling from Outside the US +1(732)335-3280
Crown
 
Dawn
 
Dream
 
Gem
 
Jade
 
Jewel
Majesty
 
Pearl
 
Pride of Aloha
 
Pride of America
 
Pride of Hawaii
Spirit
 
Star
 
Sun
 
Wind

Ocean Village Holiday Cruise Vessels

US Toll Free (877) 266-1010
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3293
 
UK Toll Free 080802347247
Ocean Village
 

Oceania Cruises

US Toll Free (866) 242-7447
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3277
 
Toll Free From France 0800911997
MS Insignia
MS Regatta
Nautica

P&O Cruise Line

US Toll Free (877) 266-1019
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3264
 
UK Toll Free 08009171584
Adonia
 
Arcadia
 
Artemis
Aurora
 
Ocean Village
 
Oceana
Oriana

Pullmantur

US Toll Free (866) 244-5009
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3275
 
Toll Free From Spain 900981988
Holiday Dream
 
 
Oceanic
Pacific
 
Zenith

Regent Seven Seas Cruises

US Toll Free (800) 886-5374
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3251
Diamond
 
Mariner
Paul Gaugin
 
Navigator
Voyager

Residensea

US Toll Free (866) 244-5010
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3287
The World
 

Royal Caribbean Int’l

US Toll Free (888) 724-7447
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3285
 
UK Toll Free 08001699819
Adventure of the
Seas
 
Brilliance of the Seas
 
Empress of the Seas
 
Enchantment of the
Seas
 
Explorer of the Seas
 
Freedom of the Seas
 
Grandeur of the Seas
Independence of the Seas
 
Jewel of the Seas
 
Legend of the Seas
 
Liberty of the Seas
 
Majesty of the Seas
 
Mariner of the Seas
 
Monarch of the Seas
Navigator of the Seas
 
Radiance of the Seas
 
Rhapsody of the Seas
 
Serenade of the Seas
 
Sovereign of the Seas
 
Splendour of the Seas
 
Vision of the Seas
 
Voyager of the Seas

Seabourn (The Yachts of Seabourn)

US Toll Free (866) 242-5007
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3276
Seabourn Legend
Seabourn Pride
Seabourn Spirit

Silversea Cruises

US Toll Free (888) 722-3562
 
Calling from Outside the US +1(732)335-3263
Silver Cloud
 
Silver Shadow
Silver Whisper
Silver Wind

Thomson Cruises

US Toll Free (877) 722-8732
 
Calling from Outside the US +1(732) 335-3288
 
UK Toll Free 08009176219

Cidadã do Queen Elizabeth 2(QE2) fica sem ter para onde ir: – Para terra eu não volto. Disse Mrs. Beatrice Muller.

Novembro 15, 2008

Por estar a bordo de uma companhia inglesa a mais de dois meses -P&O Cruises, e por ser tão intensa a vida de um tripulante, acabei por me envolver ou influenciar um pouco na repercussão da aposentadoria do legendário Queen Elizabeth 2.

Contudo, o que realmente me chamou mais a atenção foi a historia da cidadã permanente do navio. A inglesa Mrs. Beatrice Muller, que mudou definitivamente a bordo com seu marido ha mais de 14 anos.

Hoje, viúva apos a morte do marido em 1999, Mrs. Beatrice Muller, 89 anos, diz estar longe a possibilidade de voltar a morar em terra firme. “Não tenho netos e meus amigos já morreram”. Não ha nada melhor do que rodar o mundo, vivendo bem e sendo paparicada. Alem de conhecer pessoas maravilhosas pelo globo. Tudo por £3.500,00 equivalente a R$10.920,00 por mês. Nada em conta, mas viável para alguns ingleses, creio. 

 

 

 

 

 


Setimo Contrato – P&O Ventura

Novembro 13, 2008

Os cinco meses a bordo do Sapphire Princess colaboraram muito na minha experiência e vontade de conhecer uma nova companhia de cruzeiro. Ver de perto o que ela tem a oferecer e como o faz… ver seus pontos fortes e o fracos…  enfim, obter cada vez mais conhecimento desse meio que tanto me agrada. 

Ainda a bordo do Sapphire, já com as malas prontas para o sign off, recebi um e-mail de ultima hora do escritório,  pedindo-me para resolver “um probleminha” no navio Carnival Miracle, o que postergou as minhas férias em duas semanas.

O itinerário do Miracle, nada interessante, com dois dias no mar, seguidos de três portos St. Kitts, Puerto Rico e ____ mais dois dias no mar, serviu apenas para rever os velhos amigos da CCL.

Chegando no Brasil tive a oportunidade de rever os familiares e  os amigos, nas duas noites de apresentação do meu livro ” Guia de Cruzeiros Marítimos”. A primeira aconteceu na livraria Saraiva, no Rio de Janeiro, e a segunda, no Ouro Minas Grande Hotel - Barreiro, em Araxa.

No Rio fui surpreendido por ex-colegas da ANAC ao decidirem realizar a noite de autógrafos. O evento de Araxá,  organização mil, uma iniciativa e patrocínio do  jornal “Correio de Araxa“, contou com a participação especial da escritora e jornalista da Marie Claire Leila Ferreira.

 foto-47

 Fim do descanso e pronto para o sétimo contrato, embarquei no mais novo e sofisticado navio do mundo, o Ventura(foto) da P&O Cruises, lançado no inicio de 2008 pela mais tradicional Companhia de Cruzeiros, inglesa, com cerca de 160 anos de historia.

 Como a Princess e a P&O fazem parte da Carnival UK, muitas são suas semelhanças. Exemplo: a classe do Ventura e do Sapphire Princess é a mesma. Contudo a decoração e alguns espaços internos são aproveitados de maneira diferente, devido ao distinto foco de mercado das companhias. A Princess, destinada ao publico americano e a P&O ao inglês.

Com três anos na Carnival e cinco meses na Princess, mesmo a Carnival sendo a mais popular de todas, posso dizer que a Princess é uma das que mais atendem ao gosto brasileiro. No Saphire, durante o trajeto Austrália-Nova Zelândia costumava encontrar de vinte a trinta brasileiros por cruzeiro. Outra companhia bem aceita e divulgada, por nós, tupiniquins é a Royal Caribbean. Seus mega navios com parque aquático, surf etc., bate bem de encontro ao gosto de nós, os brasileiros.

Bem, embarquei no Ventura em setembro de 2008 no porto de Southampton, de onde zarpou o legendário Titanic. O itinerário de 14 dias alternava-se com um cruzeiro pelo Mediterrâneo até Roma e outro pelo Atlântico até as ilhas Canárias. No final de outubro, cruzamos o Atlântico para o inicio da temporada no Caribe. O novo roteiro caribenho, de 14 dias, iniciou em Barbados,  passando por várias ilhas do sul caribenho  e que eu ainda não conhacia.  Bonaire, Aruba, St. Lucia entre outras.

 

   

 

Ainda a bordo do Sapphire Princess faltando 4 dias, já com as malas prontas para o sign off(fehrias), recebi um e-mail de ultima hora do escritório,  pedindo-me para resolver “um probleminha” no navio Carnival Miracle, o que postergou as minhas férias em duas semanas.

 

 

 

 


Cruzeiros Maritimos: Economia de Escala Personalizada

Outubro 3, 2008

Em alguns segmentos de mercado, chega a ser meramente visível a Economia de Escala, em conjunto com produtos & serviços personalizados. Tempos atrás seria a maior contradição poder afirma-lo.  Todavia estamos cada vez mais interligados pelo mundo quase sem fronteiras dos computadores e tudo se torna mais previsível e por que não, complexo.

Mesmo sendo considerada uma Economia de Escala, a indústria de Cruzeiros Marítimos oferece um produto personalizado. Justamente por proporcionar varias opções a seus clientes, tais como: a escolha da categoria de uma cabine, a sua localização, o turno de restaurantes, as exigências do passageiro nas questões alimentares quanto às dietas especiais ou à alergias, o agendamento de excursões, enfim, vários quesitos que estarão à disposição do passageiro, visando o bom atendimento e o seu bem estar. Tudo incluso na tarifa.

Em outras palavras: o booking de um cruzeiro não é fácil faze-lo online e é sempre recomendável a assistência de um agente de viagens.

Essa tendência econômica não somente acontece em função da era da internet, mas também pela natureza do ser humano, de querer estar sempre em busca do novo e exigir mais…   (a novidade na maioria dos casos, é fundamental). A soma dessas tendências têm como resultado, o desenvolvimento econômico.

Cruzeiros Maritimos abrem portas não somente para portos mas também para agentes de viagem, e oferecem o serviço personalizado, a custo baixo.


Parceria: Hoteis e Cruzeiros

Junho 17, 2008

Aprendendo com o Alaska

por Bernardo Porfirio

 

 

Como um dos destinos mais avançados em termos de infra-estrutura portuária, organização e operações, o Alaska vem sempre ocupando as principais manchetes da imprensa internacional. Tudo também em funcao de sua localização geográfica,  no que se refere às questões ambientais.

 

 

Já para o nosso destino Brasil, além dos ambientalistas, temos os hoteleiros, que reclamam dos prejuizos gerados pelos navios cruzeiros.

 

 

E sendo eu, brasileiro e atualmente a bordo, pela segunda vez no Alaska, abordaremos sobre hotelaria e meio ambiente.

 

Hotelaria:

Conforme citado no ultimo post, à primeira instância os hotéis são os mais prejudicados. Mas quando os cruzeiristas passam um dia em porto e gostam, acabam por voltar nas proximas ferias e ficando por mais tempo. E é nessa hora, que os hoteis ganham, mais. Outra maneira interessante para os hoteleiros garantirem o seu, e de grande sucesso no Alaska, são pacotes combinando: cruzeiros e hotéis.

 

Grande parte dos cruzeiros do Alaska não iniciam e finalizam no mesmo porto. Assim, podem os ‘cruzeiristas’, optar por um trajeto terrestre, passando por várias cidades turísticas, sem a necessidade de retornarem em um voo ao porto de embarque. Dessa forma, cruzeiros, hotéis e operadoras ganham em conjunto.

 

A companhia marítima que mais oferece passeios em terra, antes ou depois de seus cruzeiros é a Princess, com seus Lodges, ao nordeste de Anchorage. Com pacotes de três, quatro e mais dias.

 

 

Meio Ambiente

Dentre as principais medidas de preservação do meio ambiente, veja a baixo:

  • controle sobre os componentes químicos, emitidos na atmosfera pelos incineradores de bordo e pelos motores,  quando as embarcações estão  atracadas nos portos;
  • vistoria do processo de reciclagem e tratamento de dejetos em geral, a bordo;
  • vistoria do processo de descarga de óleos, esgotos e água suja;
  • portos há, que fornecem energia elétrica às embarcações, quando atracadas, como em Juneau;
  • controle da eliminação adequada de resíduos de plástico;

 

Em resposta aos significativos custos para a proteção ao meio ambiente, cobra-se a taxa de U$50.00 por passageiro, na compra de um cruzeiro para o Alaska. Prática já em vigor há mais de um ano. E mesmo assim nao tem inibino muito os cruzeiristas de vir ao Artico.

 

Certamente o ano de 2008, sera o recorde em volume de cruzeiristas por aqui. Portos como Skagway, onde estive  há três anos, recebia cerca de dois navios. Hoje, o número  já subiu para quatro. O centro da cidade de Juneau, capital do estado, esta mais movimentado, com tudo controlado.

 

 UPDATES:

Segundo a revista Cruise Industry News(CIN), hoteis podem tambem trabalhar com incentivos(descontos) para trazer os cruzeirista devolta nas proximas férias.

 

Leia mais…

Cruise industry fires up against discharge rules

CRUISE DAY 2008: ABREMAR REALIZA MAIOR EVENTO DE CRUZEIROS DO PAÍS
Abremar: “Mercado marítimo precisa de regras claras”
Abremar sugere criação de uma Câmara de Cruzeiros Marítimos
Píer Mauá no CRUISE DAY


A Industria de cruzeiros marítimos favorece América do Sul e Ásia

Abril 30, 2008

Análise da última temporada e as tendências do setor no mundo

 

por: Bernardo Porfirio

 foto 2

 

O terceiro boom da indústria de cruzeiro no mundo (o primeiro foi com o seriado de TV “Barco do Amor”, nos anos 1970, e o segundo com os meganavios, no final dos anos 1980) surgiu em conseqüência do atentado terrorista de 11 de setembro em Nova York, período em que os norte-americanos – o maior consumidor de cruzeiros no mundo – passaram a voar menos de avião, em função da expectativa criada quanto a um possível novo ataque. Isso fez dos cruzeiros marítimos a única e a mais segura maneira dos estadunidenses viajar e desfrutar as férias. 

 

 

O resultado dessa nova demanda promoveu inúmeros pedidos, construções e lançamentos de navios-cruzeiros. Tal movimento e incremento do número de passageiros saturou o mercado caribenho de tal maneira, que, hoje, destinos como América do Sul e Ásia são vistos pelas companhias como solução para o envio de seus navios, principalmente nos períodos de baixa temporada européia e norte-americana.

A indústria de cruzeiros, atualmente, navega às escuras; no oscilar da onda da crise econômica norte-americana, com o dólar desvalorizado em todo o mundo, somando-se à crise do petróleo, mais as embarcações sendo construídas em euro e os cruzeiros vendidos em dólar. Esses foram os principais temas abordados no Seatrade Cruise Shipping Convention, realizado pela: Clia e pela The Florida Caribbean Cruise Association, em marco de 2008, em Miami.

Com as tendências do setor, conforme abordado acima, faz do Brasil, um mercado próspero para todos. Aliás é o que vem ocorrendo nas últimas três temporadas: sucesso absoluto e de grande aceitação do público brasileiro.

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“Os pacotes com preços beneficiados pelo câmbio, vendidos a crédito, e as promoções oferecidas pelas companhias, mudaram a cabeça dos viajantes de São Paulo e região, que trocaram o sol e a terra firme nordestina pelo glamour e as mordomias do mar.”

 

 

 

Contudo, chegamos a uma etapa, onde a infra-estrutura portuária e as atividades oferecidas nos portos merecem aprimoramentos e maior atenção – exigências das companhias de cruzeiro, em atendimento a seu público. Tal comportamento ou pressão, por assim dizer, é normal nesse processo de amadurecimento do mercado, já visto e vivenciado, por exemplo, por diversas ilhas do pioneiro e consagrado destino Caribe.

 Há portos e locais com tremenda abundância de beleza natural, e a existencia de infra-estrutura faz-se necessária.

Svein Sleipnes (vice-presidente da Norwegian Cruise Line, que não tem navios passando pelo Brasil, mas, sim, em alguns países da América do sul)

 

No entanto, as dificuldades avulsas do Caribe sempre surgem, mesmo localizado próximo ao principal emissor de cruzeiristas do mundo, os Estados Unidos. Seus maiores desafios são as barreiras físicas, o idioma e não ter participação financeira sobre as vendas dos cruzeiros, já que todos são comercializados por agências, companhias e consumidores norte-americanos. Em outras palavras, o dinheiro não fica no local visitado.

Comparando o Brasil com o Caribe nesse aspecto, pode-se dizer que boa parte da receita gerada pelo movimento dos cruzeiros em nossa costa fica “em casa”. Isso pelo simples fato de as agências e os passageiros serem brasileiros, resultando em um aquecimento extremamente significativo da econômica interna.

Entra ano e sai ano, no Caribe, a competição entre os portos por escalas de navios é assídua. Na maioria das vezes, pela falta de planejamento, esses portos ficam a mercê das companhias, onde píers são construídos e as escalas não são realizadas, resultando em investimentos desnecessários e sem retorno.

Portos tradicionais e consagrados como Belize e Ilhas Caymans, por exemplo, que recebem de 10 a 12 navios por dia, não contam com píers e não têm planos para construir. Alguns caribenhos justificam essa “falta” com argumentos de que as leis ambientais os impedem. Nem por isso, implementar um píer comportaria tantos navios. Mesmo assim, os turistas não param de visitá-los e as companhias de atracar por lá.

O que mais atrai nessas duas localidades é a organização das atividades, porque ambos contam com as melhores excursões e passeios do Caribe. Isso, sim, faz a diferença de um destino: estar preparado para receber o turista, o que é bom para as companhias, os portos e os passageiros. Construir píers para ser utilizado por apenas quatro ou cinco meses, duração de uma temporada no Brasil, é para se pensar bem.

Não colocamos os ovos na mesma cesta.

Colin Veitch (presidente da Norwegian Cruise Line, ao falar sobre seu compromisso com um porto. E acrescenta que onde tem margem ou costa e gente, há mercado)

 

Como busca de recursos financeiros e arriscando para perder menos, países no Caribe constroem portos em parceria com as próprias companhias de cruzeiros, como, por exemplo, uma das instalações de Cozumel, construída pela Carnival(foto ao lado).

 

Segundo as companhias de cruzeiro, vários portos latino-americanos recebem mais de cinco navios por dia, mas os hotéis e o comercio não estão preparados para tal demanda em constante crescimento.

 

A infra-estrutura, sim, deve ser exigida e implementada com terminais de passageiros nos portos de embarque e desembarque, onde iniciam-se os cruzeiros. Hoje, no Brasil, existem dez: Fortaleza (CE); Ilhéus (BA); Itajaí (SC); Maceió (AL); Manaus (AM); Natal (RN); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA); e Santos (SP).

ff

Os hotéis, com perdas significativas em função dos cruzeiros, em primeira instância, oferecem-se como opção para servir de trânsito nos portos de embarque, disponibilizando o chamado “passe-diário” a tripulantes e/ou passageiros, para desfrutarem das piscinas, saunas, restaurantes, bares, internets e telefones de suas instalações. Há de se lembrar, também, que as companhias abrem as portas para o retorno dos cruzeiristas nas suas próximas férias em terra. Em outras palavras: traz hóspedes para os hotéis.

 

No primeiro momento, só quem não ganha com os cruzeiros são os hotéis, mas quando as pessoas passam um dia na cidade e gostam, acabam voltando para ficar mais tempo, e os hotéis acabam ganhando. Virgínio Loureiro (secretário de Turismo de Maceió)

 Segundo a CVC, a maior operadora de cruzeiros do Brasil, além dos passageiros, que apenas um dia para conhecer a cidade, e que por isso consomem muito e rápido. Os tripulantes também podem ser considerados como turistas. Por movimentar a cidade ao comprarem bens de consumo que no navio são muito caros; como sabonete, shampoo, pasta de dente, etc. Num navio com três mil passageiros, há em média 900 tripulantes. Imaginem o impacto disso para o município. A cidade e os comerciantes precisam estar preparados. É necessário capacitar a população com aulas de inglês.

 

Enquanto nos EUA o mercado cresce em torno de 10% ao ano, no Brasil, a média varia de 35% a 40% . Com o sucesso da temporada de 2007 e 2008, a previsão para a próxima temporada é de dois navios a mais, totalizando 19.

Veja abaixo um resumo da próxima temporada:

  • MSC – continua com os três mesmos navios e somará em sua frota o MSC Música, lançado em 2006, com capacidade para 3.100 pessoas;
  • Costa – continua apenas com o Costa Mágica, e substituirá os dois navios da temporada passada por outros dois, do mesmo ano de fabricação, com modesto incremento da capacidade de 229 passageiros;
  • Sun & Sea – substituirá o Island Star e o Celebrity Infinity, pelo Radiance of the Seas e pelo Mariner of the Seas, este como o Infinity, apenas passará pelo Brasil. O incremento da capacidade é de 625 passageiros. Os navios são mais novos;
  • CVC – substituirá o Grand Voyager e o Sky Wonder pelo Sovereing of the Seas, pelo Empress of the Seas e pelo Grand Celebration. O incremento da capacidade é de 4.328 passageiros.

Incremento da capacidade total: 8.282 passageiros.

O não crescimento dos cruzeiros somente ocorrerá se acontecer dos mares secarem.

Richard Sasso (presidente da MSC Cruises)

 

CENÁRIO

·          O movimento de passageiros no porto de Maceió cresceu 45%. Para o secretário de Turismo, Virgínio Loureiro, “os cruzeiros marítimos são muito importantes para movimentar a economia local, dinamizando o turismo e o comércio, desde os restaurantes até as ‘tapioqueiras’”.

·      Para Ilhabela, a temporada rendeu cerca de R$ 29 milhões à economia local. Segundo o secretário de Turismo e Fomento, Ricardo Fazzini, o gasto médio diário de turistas nas temporadas que compreenderam os anos de 2000 a 2004 era de R$ 145,00.

·      Para a CVC, os mineiros estão descobrindo os cruzeiros marítimos, segundo explicou Roberto Vertemati, gerente Regional de Vendas da operadora.

·      Ampliação de Portimão, na rota dos grandes cruzeiros.

·      Os Cruzeiros marítimos já representam 15% das vendas da CVC. A empresa transportou no verão cerca de 130 mil passageiros em cinco navios fretados. Em 2009 serão seis.

 

TREINAMENTO

A Princess faz o maior investimento já realizado por uma companhia de cruzeiros internacional na Austrália, com o Dawn Princess realizando cruzeiros por todo ano no país dos “Aussies”. E para garantir tal sucesso, o próximo investimento realizado será na área de treinamento de agentes de viagem, que apenas na última temporada faturaram 33 milhões de dólares com a Carnival Australia, para melhor conhecimento do produto.

 

No Brasil, esforços como este não se tem notícia, contudo a Avistur e a Associação de Cruzeiros Marítimos (Abav-ES) promovem cursos, visando atualizar os conhecimentos dos profissionais que atuam na área das agências de viagens, graças à crescente procura do mercado.

 

Os curso geralmente abordam o processo de afirmação e crescimento dos cruzeiros marítimos, com noções sobre hospedagem e áreas sociais dos navios, gastronomia e procedimentos de embarque e desembarque, além de como oferecer a melhor estratégia de comercialização, eliminando qualquer dúvida dos clientes.

 

 

TENDÊNCIAS

·      A Celebrity Cruises e a Azamara Cruises realizam o sonho de quem deseja se casar em alto mar. O pacote básico custa a partir de US$ 2,5 mil.

·        A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) avalia que as vendas de roteiros marítimos da temporada 2008 vão fechar com um crescimento de 35% em relação a igual período do ano passado.

·         A CVC prevê transportar 150 mil passageiros em 2008/2009, aumento de 30% em relação à temporada anterior.

·      Gradativamente, algumas companhias pretendem investir em serviços à parte, e superior, aos passageiros hospedados em cabines de nível mais elevado (suítes e penthouses). “Quem paga mais espera por atendimento superior e especial, não apenas na cabine adquirida, mas fora dela também. É a tendência” disse Goldstein, presidente da Royal Caribbean International, titulando a tendência de “disegalitarianism”.

·      Lounges especiais e restaurantes exclusivos estão surgindo a bordo. A Cunard Line tem seus Queen e Princess Grills com acesso especial. A NCL tem a Villas, com piscina e pátio privativos. A MSC estará oferecendo um clube privado, “Yacht Club”, nos próximos navios. A Carnival já implantou no Carnival Inspiration áreas de interesses diferentes, como por exemplo nos decks ao ar livre: o primeiro com muita música, o segundo com escorregadores para a criançada, e, por último, uma área silenciosa para quem gosta de tomar um solzinho acompanhado de uma boa leitura. A Holland America planeja implementar “cabanas” nos decks da Eurodam, com lançamento previsto para Julho. “Isso irá aconter em alguns navios” disse o CEO da Holland America, Stein Kruse.

·      A Royal Caribbean, a Carnival e a NCL oferecem nesse verão europeu, suas embarcações mais novas, aproveitando-se da aceitação do público e correndo atrás de euros;

·       A Carnival lança em julho sua mais nova e maior embarcação, o Carnival Splendor, que passará pelo Brasil, rumo a Los Angeles, substituindo o Carnival Pride, que faz cruzeiros de sete dias pela riviera mexicana;

·       A Costa, Celebrity e Royal Caribbean apostam mais no potencial do mercado sul-americano.

 


Contrato 6

Março 26, 2008
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Concluido quatro meses de contrato no Carnival Holiday, navegando pelo Caribe, recebi um convite para abrir um Internet Café, a bordo do Sapphire Princess, na Australia. Tão inesperada notícia, trouxe-me ao Brasil, para umas “ferias”. Apenas 15 dias. Tempo de tirar dois vistos australianos, (de tripulante e de trânsito), incluindo renovação de passaporte e exame médico. Após uma jornada de 52 horas, saindo de São Paulo, passando pelos EUA (Miami e Los Angeles) rumo a Sydney, embarquei no Sapphire Princess no dia 26/fevereiro/2008. Iniciamos um cruzeiro de 12 dias pela costa leste da Austrália, sentido sul, até a Ilha da Tasmânia, de onde se faz a travessia de dois dias no mar, rumo ao Parque Fjord Land, ao sul da Nova Zelandia.

Nos demais dias do cruzeiro, o Sapphire Princess atraca em três portos da costa leste da Nova Zelandia, sentido norte, finalizando o cruzeiro em Auckland. Sem dúvida, um itinerario fantástico. Breve, embarcaremos, 2.700 passageiros para uma travesia de 31 dias. Saida de Sydney, com escalas na Nova Zelandia, Ilhas da Polinésia Francesa e Hawaii, tendo como destino final, Los Angeles. A partir daí, iniciaremos a temporada do Alaska, realizando dois cruzeiros de sete dias cada. Saida de Vancouver, (Canadá) sentido norte e de Wittier, sentido sul.